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<title>O Blog de Carla </title>
<link>http://carlamajor.nireblog.com</link>
<description>Um blog onde apenas existe alegria... </description>
<pubDate>Sat, 21 Nov 2009 01:13:50 +0100</pubDate>
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<title>O Blog de Carla </title>
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	<item>
	<title>DOENÇA CELIACA</title>
	<link>http://carlamajor.nireblog.com/post/2009/01/10/doenca-celiaca</link>
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		<description><![CDATA[<p>A <strong>doença celíaca</strong> (também conhecida como <strong>enteropatia glúten-induzida</strong>) é uma patologia autoimune que afeta o intestino delgado de adultos e crianças geneticamente predispostos, precipitada pela ingestão de alimentos que contêm glutén. A doença causa atrofia das vilosidades da mucosa do intestino delgado, causando prejuízo na absorção dos nutrientes, vitaminas, sais minerais e água.</p>
<p>Os sintomas podem incluir diarreia, dificuldades no desenvolvimento (em crianças) e fadiga, embora possam estar ausentes. Além disso, diversos sintomas associados em todos os sistemas do corpo humano já foram descritos.</p>
<p>A doença é muito comum, afetando aproximadamente 1% das populações que falam línguas Indo-europeias (povos que apenas compartilham traços culturais em comum, mas não biológicos - basta notar a diferença clara entre um indiano e um sueco por exemplo), embora seja significativamente não-diagnosticada, já que na maioria dos portadores ela causa sintomas mínimos ou ausentes. Ocorre mais comumente em mulheres, na proporção de 2:1 e é mais comum em parentes de primeiro grau de portadores.</p>
<p>Já foi também chamada de <em>espru celíaco</em>, <em>espru não-tropical</em> ou <em>enteropatia glúten sensível</em>, nomes que ainda aparecem em algumas referências sobre o assunto.</p>
<table border="0" class="toc" summary="Índice" id="toc">
<tr>
<td>
<div id="toctitle">
<h2><a href="/pt/admin/post/modificar/156796#Exames_de_sangue"></a></h2>
</div>
</td>
</tr>
</table>
<p><a id="Sinais_e_sintomas" name="Sinais_e_sintomas" title="Sinais_e_sintomas"></a></p>
<h2><span class="mw-headline">Sinais e sintomas</span></h2>
<p>Os sintomas clássicos da doença celíaca incluem diarreia, perda de peso (ou falta de crescimento nas crianças) e fadiga, mas mesmo a doença celíaca sendo uma doença dos intestinos principalmente, os sintomas relacionados aos intestinos podem ser limitados ou até mesmo ausentes. Alguns pacientes são diagnosticados com sintomas relacionados à absorção diminuída de nutrientes ou com vários outros sintomas que, embora estatisticamente relacionados, não possuem clara relação com o mau funcionamento dos intestinos. Dada esta vasta gama de possíveis sintomas, a tríade clássica de sintomas não é mais uma obrigação para o diagnóstico.</p>
<p>As crianças entre os 9 e 24 meses tendem a apresentar sintomas intestinais e problemas de crescimento logo após a primeira exposição a produtos que contenham glúten. Crianças mais velhas podem ter mais problemas relacionados à má-absorção e problemas psicosociais, enquanto adultos geralmente têm problemas de má-absorção. Muitos adultos com a doença mais sutil possuem somente fadiga ou anemia.</p>
<p><a id="Gastrointestinais" name="Gastrointestinais" title="Gastrointestinais"></a></p>
<p><span class="mw-headline"><strong><font size="4">Gastrointestinais:</font></strong></span></p>
<p>A diarreia característica da doença celíaca é pálida, volumosa e mal-cheirosa. Podem também estar presentes dor abdominal<font color="#002bb8"> </font>e cãibra, distensão abdominal (devido à produção fermentativa de gases intestinais) e ulceras na boca. Assim que os intestinos se tornam mais lesados, uma grau de intolerancia á lactose pode se desenvolver. Entretanto, a variedade de sintomas gastrointestinais que podem estar presentes em pacientes com doença celíaca é grande, e alguns podem ter um hábito intestinal normal ou mesmo ter obestipação. Frequentemente os sintomas são atribuídos à síndroma do intestino irritável, somente sendo reconhecido posteriormente a doença celíaca. Uma pequena proporção dos pacientes com sintomas desta síndrome possuem a doença celíaca, logo um exame minucioso pode ser necessário.</p>
<p>A doença celíaca leva a um risco aumentado de adenocarcinoma e linfoma do intestino delgado, que pode diminuir aos padrões normais com a dieta adequada. A doença quando presente por muito tempo pode levar a outras complicações, como a <em>jejunite ulcerativa</em> (formação ulcerativa do intestino delgado) e um estreitamento como resultado das cicatrizações.</p>
<p><a id="Relacionados_.C3.A0_m.C3.A1-absor.C3.A7.C3.A3o" name="Relacionados_.C3.A0_m.C3.A1-absor.C3.A7.C3.A3o" title="Relacionados_.C3.A0_m.C3.A1-absor.C3.A7.C3.A3o"></a></p>
<h3><span class="mw-headline">Relacionados à má-absorção</span></h3>
<p>As mudanças no intestino o tornam menos capaz de absorver nutrientes, minerais e as vitaminas lipossolúveis A, D, E e K.</p>
<ul>
<li>A dificuldade em absorver carboidratos e gorduras pode causar perda de peso (ou dificuldades de desenvolvimento nas crianças) e fadiga ou falta de energia.</li>
<li>Pode ser desenvolvida anemia de diversas formas: a má-absorção de ferro pode causar anemia ferropriva e a má-absorção de ácido fólico e vitamina B12 pode dar origem a uma anemia megaloblástica.</li>
<li>A má-absorção de cálcio e vitamina D (e o hiperparatireoidismo secundário compensatório) pode causar osteopenia (conteúdo mineral do osso diminuído) ou osteoperose (fraqueza óssea e risco de fraturas aumentado).</li>
<li>Uma pequena proporção (10%) possui coagulação anormal devido à deficiência de vitamina K, e podem estar propensos a desenvolver sangramentos anormais.</li>
<li>A doença celíaca também é associada a um supercrescimento bacteriano do intestino delgado, o que pode piorar a má-absorção ou causar má-absorção após tratamento.
<p><a id="Fatores_gen.C3.A9ticos" name="Fatores_gen.C3.A9ticos" title="Fatores_gen.C3.A9ticos"></a></p>
</li>
</ul>
<p> <span class="mw-headline"><strong><font size="4">Fatores genéticos</font></strong></span></p>
<p>A doença celíaca é causada pela ingestão do glúten em indivíduos genteticamente predispostos. Existem fortes evidências de que os alelos HLA-DQ2 ou HLA-DQ8 são os responsáveis a doença. No entanto existem outros genes, não pertencentes ao sistema HLA, que podem determinar a doença mas que poderiam agir, teoricamente, de forma aditiva ou multiplicativa em conjunto com HLA.</p>
<p><a id="Variados" name="Variados" title="Variados"></a></p>
<h3>  </h3>
<h3>  </h3>
<h3> <span class="mw-headline">Varia</span><span class="mw-headline">dos</span></h3>
<p>A doença celíaca tem se relacionado com diversas condições. Em muitos casos não se sabe ainda se a doença celíaca é um fator que causa estas condições ou se elas compartilham uma predisposição comum.</p>
<ul>
<li>Deficiência de IGA está presente em 2% dos pacientes com doença celíaca, e por sua vez esta condição apresenta risco dez vezes maior de doença celíaca.<sup><font color="#002bb8"> </font></sup>Outras características desta condição são um arisco aumentado de infecções e doença autoimune.</li>
<li>Dermatite herpetiforme; essa condição cutânea de coceira tem sido ligado à enzima transglutaminase na pele, apresentando mudanças no intestino delgado idênticas àquelas da doença celíaca e ocorrendo mais frequentemente (2%) em pacientes com doença celíaca.</li>
<li>Associações neurológicas: epilepsia, ataxia (problemas de coordenação), mielopatia e neuropatia periférica<font color="#ba0000"> </font>têm sido relacionados com a doença celíaca.</li>
<li>Dificuldades no crescimento e/ou puberdade atrasada no final da infância podem ocorrer sem os sintomas intestinais óbvios e má-nutrição. A avaliação do retardo no crescimento inclui uma análise mais minuciosa de doença celíaca.</li>
<li>aborto espontâtio e infertilidade.</li>
<li>Hipoesplenismo (um baço pequeno e pouco ativo) - não se sabe se isso realmente aumenta o risco de infecção em pacientes com a doença celíaca.</li>
<li>Outros distúrbios auto-imunes: diabetes mellitus tipo 1, tireoidite auto-imune, cirrose biliar primária e colite microscópica.</li>
</ul>
<p><a id="Diagn.C3.B3stico" name="Diagn.C3.B3stico" title="Diagn.C3.B3stico"></a></p>
<h2><span class="mw-headline">Diagnóstico</span></h2>
<p>Diversos exames podem ser realizados para auxiliar o diagnóstico. O nível dos sintomas pode determinar quais testes devem ser realizados, mas <em>todos</em> exames perdem sua utilidade se o paciente já estiver com uma dieta livre de glúten. As lesões intestinais começam a curar poucas semanas após o glúten ser removido da dieta e os níveis de anticorpos diminuem ao longo dos meses. Para aqueles pacientes que já iniciaram por si próprios uma dieta livre de glúten, pode ser necessário realizar uma nova investigação ao se ingerir 10g de glúten (quatro fatias de pão) por dia 2 a 6 semanas antes de repetir os exames investigatórios. Os pacientes que apresentam sintomas severos (como diarréia) mais precocemente podem ser examinados antes do período de 2 a 6 semanas.</p>
<p><a id="Exames_de_sangue" name="Exames_de_sangue" title="Exames_de_sangue"></a></p>
<h3><span class="mw-headline">Exames de sangue</span></h3>
<p>A serologia através de um exame de sangue é útil tanto no diagnóstico de doença celíaca (alta sensibilidade de cerca de 98%, ou seja, o exame não detecta 2 em cada 100 casos) quanto em sua exclusão (alta especificidade de mais de 95%, ou seja, um resultado positivo no exame é muito propenso a confirmar uma doença celíaca do que outra condição). Devido às maiores implicações do diagnóstico da doença celíaca, recomenda-se aos profissionais que após um resultado positivo no exame de sangue ainda seja realizada uma endoscopia complementar. Um resultado negativo no exame ainda pode fazer com que seja necessária uma biópsia, no caso da suspeita ser muito grande. A biópsia abrangeria os 2% restantes dos casos não-diagnosticados, assim como oferecer explicações alternativas para os sintomas. Dessa maneira, a endoscopia com biópsia ainda é considerada o padrão ouro no diagnóstico da doença celíaca.</p>
<p>Há exames sorológicos que auxiliam o diagnóstico,como o teste antiendomísio (IgA-EMA), que tem uma especificidade e sensibilidade próxima de 100%, e o teste ELISA que pode detectar a presença de anticorpos anti-transglutaminase (tTG), mas não são suficientes para diagnosticar a doença sozinhos. Nas pessoas com essa doença, a ingestão de glúten provoca danos à mucosa do intestino delgado, dificultando a digestão.</p>
<p><a id="Endoscopia" name="Endoscopia" title="Endoscopia"></a></p>
<p><a id="Outros_exames" name="Outros_exames" title="Outros_exames"></a></p>
<h3> <span class="mw-headline">Outros exames</span></h3>
<p>Outros exames que podem ajudar no diagnóstico são exames de sangue para uma contagem sanguinia completa e medição dos níveis de eletrólitos, cálcio, funçao renal, enzimas do figado, vitamina B12 e ácido fólico. Os exames de coagulação podem ser úteis para identificar deficiência de vitamina K, o que torna os pacientes mais suscetíveis a sofrer hemorragias. Estes exames devem ser repetidos durante o acompanhamento da doença, assim como medição dos níveis de anticorpos anti-tTG titres.</p>
<p>Recomenda-se que os profissionais procurem em seus pacientes  osteoporose através da técnica DEXA.</p>
<p><a id="Fisiopatologia" name="Fisiopatologia" title="Fisiopatologia"></a></p>
<h2><span class="mw-headline">Fisiopatologia</span></h2>
<p>Acredita-se que a doença celíaca seja causada pela ativação da resposta imune celular (células-T) e humoral (células-B) em resposta à exposição ao glúten em pessoa geneticamente susceptível. Apesar de ser frequentemente chamada de alergia ao glúten, a doença celíaca não é causada por processo alérgico, mas autoimune. A lesão característica da doença celíaca é a atrofia da mucosa do intestino delgado, levando ao prejuízo na absorção dos nutrientes, vitaminas, sais minerais e água.</p>
<p>As mudanças patológicas clássicas do intestino delgado são categorizadas através da "classificação Marsh":</p>
<ul>
<li>Estágio Marsh 0: mucosa normal</li>
<li>Estágio Marsh 1: número aumentado de linfócitos intra-epiteliais, geralmente mais de 20 a cada 100 enterócitos</li>
<li>Estágio Marsh 2: proliferação das criptas de Lieberkuhn</li>
<li>Estágio Marsh 3: atrofia completa ou parcial das vilosidades</li>
<li>Estágio Marsh 4: hipoplasia da arquitetura do intestino delgado.</li>
</ul>
<p>As mudanças geralmente melhoram ou são revertidas após o glutén ser removido da dieta, devendo ser realizada diversas biópsias meses (4 a 6) após o início da exclusão do glúten.</p>
<p><a id="Tratamento" name="Tratamento" title="Tratamento"></a></p>
<p><span class="mw-headline"><strong><font size="5">Tratamento</font></strong></span></p>
<p><a id="Dieta" name="Dieta" title="Dieta"></a></p>
<h3><span class="mw-headline"> </span><span class="mw-headline">Dieta</span></h3>
<p>Atualmente, o único tratamento efetivo é uma dieta estritamente sem glúten, por toda a vida. Noventa por cento dos pacientes que são tratados com a dieta livre de glúten apresentam melhora dos sintomas em 2 semanas. Não existem medicamentos que previnam os danos, nem que previnam o corpo de atacar os intestinos quando o glúten estiver presente. A aderência estrita à dieta permite que os intestinos se curem, com a regressão completa da lesão intestinal e resolução de todos os sintomas na maior parte dos casos. Dependendo de quão cedo a dieta começar, ela também pode eliminar o risco aumentado de osteoporose e de cancro intestinal. O acompanhamento de um nutricionista é geralmente requisitado para garantir que o paciente esteja consciente de quais comidas possuem glúten, quais comidas são seguras e como ter uma dieta balanceada apesar das suas limitações. Em muitos países estão disponíveis produtos livres de glúten sob prescrição médica e podem ser reembolsados pelos planos de saúde. Cada vez mais fabricantes estão produzindo produtos livres de glúten, alguns dos quais possuem sabor e aparência quase indistinguíveis de seus originais.</p>
<p>A dieta pode ser incômoda. Enquanto as crianças pequenas podem obedecer a seus pais, os adolescentes podem desejar esconder seu problema ou se rebelar contra as restrições da dieta, podendo ter uma recaída. Muitos produtos contêm traços de glúten mesmo que sejam aparentemente livres de trigo. Os produtos livres de glúten são geralmente mais caros e difíceis de encontrar do que os alimentos que contêm trigo.</p>
<p><a id="Doen.C3.A7a_refrat.C3.A1ria" name="Doen.C3.A7a_refrat.C3.A1ria" title="Doen.C3.A7a_refrat.C3.A1ria"></a></p>
<h3>
<p><sup class="reference"><a href="/pt/admin/post/modificar/156796#cite_note-AGA-4"></a></sup></p>
<p><a id="Condi.C3.A7.C3.B5es_Associadas" name="Condi.C3.A7.C3.B5es_Associadas" title="Condi.C3.A7.C3.B5es_Associadas"></a></p>
<p><span class="mw-headline">Condições Associadas</span></p>
</h3>
<p>A doença celíaca pode estar associada a outras condições:</p>
<ul>
<li>cancro - há maior risco de linfoma nao-hodgkin, adenocarcinoma do intestino delgado e carcinoma de células escamosas esofágico ou orofaríngeo</li>
<li>osteoporose</li>
<li>redução na fertilidade</li>
<li>outras doenças autoimunes - especialmente diabetes tipo 1, hepatite autoimune, tireoidopatia e sindrome de Sjogren</li>
<li>dermatite herpetiforme</li>
<li>linfoma MALT</li>
</ul>
<p><a id="Hist.C3.B3ria" name="Hist.C3.B3ria" title="Hist.C3.B3ria"></a></p>
<h2><span class="mw-headline">História</span></h2>
<p>A doença celíaca é conhecida desde o Século XI, mas foi só em 1888 que Samuel Gee, um pesquisador inglês, a descreveu em detalhes e achou que as farinhas poderiam ser as causadoras da moléstia. Em 1950, Dicke, um pediatra holandês, observou que durante a guerra, quando o pão esteve escasso na Europa, diminuíram os casos de doença celíaca. Três anos depois ele conseguiu comprovar sua teoria, deixando claro o papel do glúten (contido no trigo, cevada, aveia e centeio) na provocação da doença.</p>
<p> <strong> <font size="4">O QUE È O GLUTÈN???</font><br /> </strong><strong><br />
<table border="0" cellspacing="2" cellpadding="2" width="650" align="center">
<tr>
<td height="68">
<p align="left"><font face="Georgia, Times New Roman, Times, serif"><strong><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2" color="#000099"><em>É uma proteína presente no TRIGO, na AVEIA, na CEVADA (no subproduto<br /> da cevada, que é o MALTE) e no CENTEIO (T.A.C.C.) e em todos os<br /> alimentos e produtos preparados com esses cereais.</p>
<p> </em></font><font face="Georgia, Times New Roman, Times, serif"><strong><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2" color="#000099"><em>O Glúten não desaparece quando os alimentos são assados ou cozidos.</em></font></strong></font><font face="Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif" size="2" color="#000099"><em></p>
<p> A fração tóxica do Glúten encontrada no TRIGO é chamada de Gliadina.</p>
<p> O Glúten agride e danifica as vilosidades do intestino delgado prejudicando<br /> a absorção dos nutrientes dos alimentos.</em></font></strong></font></p>
</td>
</tr>
</table>
<p> </strong><br />
<p align="left">&nbsp;</p>
<p><strong>INFELIZMENTE SOFRO DESTA DOENÇA...</strong></p>
<p><strong>PARA VIVER SAUDÀVEL COMO UMA PESSOA NORMAL, TENHO QUE FAZER UMA DIETA RIGOROSA LIVRE DE GLUTEN PARA TODA A MINHA VIDA.</strong></p>
<p><strong>o problema é que pão, bolachas, farinha, massa alimentar, etc etc etc,  <font size="3">sem gluten, é muito caro e escasso.</font></strong></p>
<p><strong><font size="3">portanto, a alimentação de um celiaco fica bastante cara...</font></strong></p>
<p><a href="http://carlamajor.nireblog.com/post/2009/01/10/doenca-celiaca#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 10 Jan 2009 01:23:44 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>trailer Into The Wild</title>
	<link>http://carlamajor.nireblog.com/post/2008/11/13/trailer-into-the-wild</link>
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		<description><![CDATA[<object width="480" height="385">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/p/712F4C8B413556B7"></param>
<p><embed src="http://www.youtube.com/p/712F4C8B413556B7" type="application/x-shockwave-flash" width="480" height="385"></embed></object>
<p><a href="http://carlamajor.nireblog.com/post/2008/11/13/trailer-into-the-wild#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 01:37:30 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>A história de Chris Maccandless</title>
	<link>http://carlamajor.nireblog.com/post/2008/11/13/a-historia-de-chris-maccandless</link>
	<guid>http://carlamajor.nireblog.com/post/2008/11/13/a-historia-de-chris-maccandless</guid>
		<description><![CDATA[<p><font size="4"><font color="#993399"><strong>A história de Christopher J. McCandless, </strong><strong>uma história triste e verdadeira!</strong></font></font></p>
<p><strong><font color="#000000">Christopher era um rapaz que vivia farto da civilização em que vivia, das mentalidades das pessoas pois estas davam mais valor a bens materias do que propriamente sentimentais... foi assim que resolveu fugir de casa, dar todo o seu dinheiro a uma instituição e ir viver para a natureza, viver do que a natureza lhe podia dar. viveu 2 anos e alguns meses a viajar sozinho e a caminhar na selva e nas montanhas... </font></strong></p>
<p><strong><font color="#000000">infelizmente depois de decidir voltar para casa, e do arrependimento, acabou por morrer por ter comido uma planta venenosa. </font></strong><a href="/wiki/Jon_Krakauer" title="Jon Krakauer"><em><strong><font color="#000000">Jon Krakauer</font></strong></em></a><strong><font color="#000000"> escreveu um livro sobre a sua vida, </font></strong><a href="/wiki/Into_the_Wild" title="Into the Wild"><em><strong><font color="#000000">Into the Wild</font></strong></em></a><strong><font color="#000000">, publicado em <u><em>1996</em></u>,  que foi adaptado em filme, em <u><em>2007</em></u>, dirigido por </font></strong><a href="/wiki/Sean_Penn" title="Sean Penn"><em><strong><font color="#000000">Sean Penn</font></strong></em></a><strong><font color="#000000">, </font></strong><a href="/wiki/Into_the_Wild_(filme)" title="Into the Wild (filme)"><em><strong><font color="#000000">Into the Wild</font></strong></em></a><strong><font color="#000000">, com </font></strong><a href="/wiki/Emile_Hirsch" title="Emile Hirsch"><em><strong><font color="#000000">Emile Hirsch</font></strong></em></a><strong><font color="#000000"> como <u><em>Christopher</em></u> McCandless.</font></strong></p>
<p><font color="#993399"><strong>infelizmente não tive ainda oportunidade de ler o livro, mas vi o filme, e foi de facto muito emocionante. Uma história bonita mas com um final triste.</strong></font></p>
<p><font color="#993399"><strong>Esta é a história de </strong><font color="#000000"> </font><font color="#993399"><strong>Christopher Maccandless:</strong></font></font></p>
<p><a id="Biografia" name="Biografia"></a></p>
<h2><span class="mw-headline"> <img id="image435679" style="width: 290px; height: 267px" src="http://files.nireblog.com/blogs/carlamajor/files/untitledxd.bmp" alt="untitledxd.bmp" width="290" height="267" /></span></h2>
<h2><span class="mw-headline">Biografia</span></h2>
<p><u><em><font color="#993399">McCandless</font></em></u> cresceu em <u><em><font color="#993399">Annandale</font></em></u>, <a href="/wiki/Virginia" title="Virginia" class="mw-redirect"><em><font color="#993399">Virginia</font></em></a>. O seu pai, <font color="#993399"><u><em>Walt McCandless</em></u></font>, trabalhou para a <a href="/wiki/NASA" title="NASA"><font color="#993399"><em>NASA</em></font></a> como um especialista em antenas. A sua mãe, <font color="#993399"><u><em>Wilhelmina "Billie" Johnson</em></u></font>, foi secretária do pai de <u><em><font color="#993399">Chris</font></em></u> e depois ajudou Walt a fundar e dirigir uma bem sucedida empresa de consultoria.</p>
<p>Desde a infância os seus professores notaram que <font color="#993399"><u><em>Chris </em></u></font>era extraordinariamente<font color="#993399"><u><em> enérgico</em></u></font>. Conforme cresceu, ele uniu isso a um intenso idealismo e resistência física. <u><em><font color="#993399">Na escola</font></em></u>, ele foi o capitão da equipe de <a href="/wiki/Cross-country" title="Cross-country"><em><font color="#993399">cross-country</font></em></a> onde ele estimulava os seus companheiros a considerarem a corrida como um exercício espiritual, no qual eles estavam <u><strong>"a correr contra as forças da escuridão... todo o mal do mundo, todo o ódio."</strong></u></p>
<p>Ele graduou-se no <u><em><font color="#993399">W.T Woodson High School</font></em></u> em <u><em><font color="#993399">1986</font></em></u> e na <u><em><font color="#993399">Emory University</font></em></u> em <u><em><font color="#993399">1990</font></em></u>, especializando-se em <a href="/wiki/Hist%C3%B3ria" title="História"><em><font color="#993399">história</font></em></a> e <a href="/wiki/Antropologia" title="Antropologia"><em><font color="#993399">antropologia</font></em></a>, sendo um dos melhores alunos da faculdade. O fato de vir da classe média alta e ter sucesso acadêmico escondeu um crescente <u><em><font color="#993399">desprezo</font></em></u> para o que ele via como o <u><em><font color="#993399">materialismo vazio da sociedade americana</font></em></u>. Os trabalhos de <a href="/wiki/Jack_London" title="Jack London"><em><font color="#993399">Jack London</font></em></a>, <a href="/wiki/Leo_Tolstoy" title="Leo Tolstoy" class="mw-redirect"><em><font color="#993399">Leo Tolstoy</font></em></a> e <a href="/wiki/Henry_David_Thoreau" title="Henry David Thoreau"><em><font color="#993399">Henry David Thoreau</font></em></a> tiveram uma grande influência sobre <u><em><font color="#993399">McCandless</font></em></u>, e ele sonhava em deixar a sociedade para um período thoreauniano de contemplação <em><u><font color="#993399">solitária</font></u></em>.</p>
<p> <img id="image435680" style="width: 412px; height: 407px" src="http://files.nireblog.com/blogs/carlamajor/files/image_thumb10.png" alt="image_thumb10.png" width="412" height="407" /> <hr />Logo após acabar o curso na <u><em><font color="#993399">Universidade de Atlanta</font></em></u>, em <u><em><font color="#993399">1990</font></em></u>, <u><em><font color="#993399">Christopher McCandless</font></em></u> doou os seus <u><em><font color="#993399">24 mil dólares</font></em></u> que tinha no saldo bancário a <u><em><font color="#993399">instituições de caridade</font></em></u> e desapareceu sem avisar a família. Já não era a primeira vez que Chris decidia fazer uma viagem pelos vários estados americanos, <u><em><font color="#993399">sozinho</font></em></u>, <u><em><font color="#993399">dependendo da natureza</font></em></u> e do que encontrava no caminho. Mas daquela vez foi diferente. A sua <u><em><font color="#993399">raiva</font></em></u> quanto à <u><em><font color="#993399">civilização em que vivia</font></em></u>, quanto às <u><em><font color="#993399">mentalidades</font></em></u> e <u><em><font color="#993399">materialismos</font></em></u> da época, foi fundamental para a sua tomada de decisão. A partir daquele dia, <u><em><font color="#993399">nunca mais regressou a casa</font></em></u>.
<p> <img id="image435681" style="width: 488px; height: 398px" src="http://files.nireblog.com/blogs/carlamajor/files/img_3049.JPG" alt="img_3049.JPG" width="488" height="398" /></p>
<p>Devido a um problema com o seu velho carro <a href="/wiki/Datsun" title="Datsun"><em><font color="#993399">Datsun</font></em></a><em><font color="#993399"> amarelo</font></em>, <u><em><font color="#993399">Chris</font></em></u> foi impelido a abandoná-lo junto ao <a href="/w/index.php?title=Lago_Meade&amp;action=edit&amp;redlink=1" title="Lago Meade (ainda não escrito)" class="new"><em><font color="#993399">lago Meade</font></em></a>, em <a href="/w/index.php?title=Detrital_Wash&amp;action=edit&amp;redlink=1" title="Detrital Wash (ainda não escrito)" class="new"><em><font color="#993399">Detrital Wash</font></em></a>, mas isso <u><em><font color="#993399">não o impediu de continuar</font></em></u>. Encarou a situação como um sinal do destino e, abandonando junto ao carro grande parte dos seus pertences e <u><em><font color="#993399">queimando</font></em></u> todo o <em><u><font color="#993399">dinheiro</font></u></em> que trazia consigo – cerca de <em><u><font color="#993399">cento e vinte e três dólares.</font></u></em></p>
<p><em><u><font color="#993399">Chris McCandless</font></u></em> partiu a pé em direcção ao <a href="/wiki/Oeste" title="Oeste"><em><font color="#993399">Oeste</font></em></a>, adoptando um novo estilo de vida, no qual era <u><em><font color="#993399">livre</font></em></u> e assumia o nome de <a href="/w/index.php?title=Alexander_Supertramp&amp;action=edit&amp;redlink=1" title="Alexander Supertramp (ainda não escrito)" class="new"><em><font color="#993399">Alexander Supertramp</font></em></a>, seguindo as ideais de <a href="/wiki/Henry_David_Thoreau" title="Henry David Thoreau"><em><font color="#993399">Henry David Thoreau</font></em></a>, <a href="/wiki/Leon_Tolst%C3%B3i" title="Leon Tolstói" class="mw-redirect"><em><font color="#993399">Leon Tolstói</font></em></a> e <a href="/wiki/Jack_London" title="Jack London"><em><font color="#993399">Jack London</font></em></a>, em busca de experiências novas e enriquecedoras.</p>
<p>Foi à boleia que chegou a <a href="/wiki/Fairbanks" title="Fairbanks"><em><font color="#993399">Fairbanks</font></em></a>, no <a href="/wiki/Alasca" title="Alasca"><em><font color="#993399">Alasca</font></em></a>, fazendo amigos e conhecendo lugares magníficos pelo caminho. Entre as suas aventuras destacam-se uma descida do <a href="/wiki/Rio_Colorado" title="Rio Colorado"><em><font color="#993399">rio Colorado</font></em></a> em <em><u><font color="#993399">canoa</font></u></em>. <u><em><font color="#993399">Walt</font></em></u> e <em><u><font color="#993399">Billie</font></u></em> <u><em><font color="#993399">McCandless</font></em></u>, <em><u><font color="#993399">pais de Chris</font></u></em>, ainda tentaram encontrá-lo, mas em vão. Apenas a sua <u><em><font color="#993399">irmã Carine</font></em></u> recebia uma <u><em><font color="#993399">carta</font></em></u> de vez em quando, e mesmo ela não sabia a sua localização. Os anos foram passando, e <u><em><font color="#993399">Chris </font></em></u>continuava <u><em><font color="#993399">sozinho</font></em></u>, algures na <u><em><font color="#993399">América</font></em></u>, passando por <a href="/wiki/Carthage" title="Carthage"><em><font color="#993399">Carthage</font></em></a><em><font color="#993399">, </font></em><a href="/wiki/Bullhead_City" title="Bullhead City"><em><font color="#993399">Bullhead City</font></em></a><em><font color="#993399">, </font></em><a href="/wiki/Las_Vegas" title="Las Vegas"><em><font color="#993399">Las Vegas</font></em></a><em><font color="#993399">, </font></em><a href="/w/index.php?title=Orick&amp;action=edit&amp;redlink=1" title="Orick (ainda não escrito)" class="new"><em><font color="#993399">Orick</font></em></a><em><font color="#993399">, </font></em><a href="/w/index.php?title=Salton_City&amp;action=edit&amp;redlink=1" title="Salton City (ainda não escrito)" class="new"><em><font color="#993399">Salton City</font></em></a>, entre outros, até chegar finalmente ao destino pretendido: o <a href="/w/index.php?title=Stampede_Trail&amp;action=edit&amp;redlink=1" title="Stampede Trail (ainda não escrito)" class="new"><em><font color="#993399">Stampede Trail</font></em></a>.</p>
<p> <img id="image435685" style="width: 460px; height: 349px" src="http://files.nireblog.com/blogs/carlamajor/files/ht_wild10_071002_ssh.jpg" alt="ht_wild10_071002_ssh.jpg" width="460" height="349" /></p>
<p>Conheceu <u><em><font color="#993399">Jan</font></em></u> e <u><em><font color="#993399">Bob Burres</font></em></u>, <u><em><font color="#993399">Wayne Westerberg</font></em></u>, <u><em><font color="#993399">Ronald Franz</font></em></u> (nome fictício), que se tornaram seus amigos inseparáveis a quem se ia correspondendo por <u><em><font color="#993399">cartas</font></em></u>; permaneceu em alguns sítios durante <u><em><font color="#993399">meses</font></em></u>, mas partia de seguida para outras <u><em><font color="#993399">aventuras</font></em></u>.</p>
<p>Por onde passou, <u><em><font color="#993399">Chris</font></em></u>, <u><em><font color="#993399">alterou as vidas das pessoas</font></em></u> que o conheceram. A sua personalidade <u><em><font color="#993399">forte</font></em></u>, muito <u><em><font color="#993399">inteligente</font></em></u> e <em><u><font color="#993399">simpática</font></u></em> deu uma nova <em><u><font color="#993399">vitalidade</font></u></em> a <em><u><font color="#993399">Jan</font></u></em>, <u><em><font color="#993399">Franz</font></em></u> e<font color="#993399"> <em><u>Westerberg</u></em></font>. Raramente falava de <a href="/wiki/Annandale" title="Annandale"><font color="#993399"><em>Annandale</em></font></a> e de casa, e eram muitas as vezes em que era <u><em><font color="#993399">misterioso</font></em></u> e <font color="#993399"><em><u>ponderado</u></em></font>. Mas o rapaz de <u><em><font color="#993399">vinte e quatro anos</font></em></u>, que todos conheceram como <em><u><font color="#993399">Alex</font></u></em>, cumpriu o seu destino e partiu de <a href="/wiki/Fairbanks" title="Fairbanks"><em><font color="#993399">Fairbanks</font></em></a> em direcção ao <a href="/wiki/Monte_McKinley" title="Monte McKinley"><em><font color="#993399">Monte McKinley</font></em></a>, <em><u><font color="#993399">dois anos </font></u></em>depois de ter iniciado a sua viagem.</p>
<p><em><u><font color="#993399">Gallien</font></u></em> deu boleia a <u><em><font color="#993399">Chris </font></em></u>até ao <a href="/wiki/Parque_Nacional_Denali" title="Parque Nacional Denali" class="mw-redirect"><em><font color="#993399">Parque Nacional Denali</font></em></a>, através do <a href="/w/index.php?title=Stampede_Trail&amp;action=edit&amp;redlink=1" title="Stampede Trail (ainda não escrito)" class="new"><em><font color="#993399">Stampede Trail</font></em></a>, um caminho que levava ao interior do <u><em><font color="#993399">Alasca</font></em></u>. Também ele <em><u><font color="#993399">simpatizou</font></u></em> com o rapaz, que gentilmente lhe contou os planos de permanecer alguns <u><em><font color="#993399">meses na floresta</font></em></u>. A única comida que levava era um saco com <u><em><font color="#993399">cinco quilos de arroz</font></em></u>, e o seu <u><em><font color="#993399">equipamento</font></em></u> era <u><em><font color="#993399">inadequado</font></em></u> para quem planeava fazer o que ele a que se propunha.</p>
<p>Ainda assim, o rapaz parecia <u><em><font color="#993399">determinado</font></em></u>, e nada o podia dissuadir. Partiu assim para o desconhecido, ignorando a hora e o dia, numa <u><em><font color="#993399">quinta-feira de Abril</font></em></u>, <em><u><font color="#993399">sem deixar rasto</font></u></em>.</p>
<p>Através de um <em><u><font color="#993399">diário</font></u></em> que manteve na <u><em><font color="#993399">contracapa</font></em></u> de <u><em><font color="#993399">vários livros</font></em></u>, com <u><em><font color="#993399">cento e treze entradas</font></em></u>, podemos compreender o que realmente aconteceu a <em><u><font color="#993399">Chris McCandless</font></u></em> na sua viagem ao interior do <font color="#993399"><em><u>Alasca</u></em></font>. O seu <u><em><font color="#993399">diário</font></em></u> contém registos cobrindo um total de <em><u><font color="#993399">113 dias diferentes</font></u></em>. Esses registos cobrem do <em><u><font color="#993399">eufórico</font></u></em> até ao <u><em><font color="#993399">horrível</font></em></u>, de acordo com a mudança de sorte de <em><u><font color="#993399">McCandless</font></u></em>.</p>
<p><em><u><font color="#993399">Alimentou-se</font></u></em> do que trazia e de algumas<u><em><font color="#993399"> bagas</font></em></u> que colheu na <u><em><font color="#993399">natureza</font></em></u>, tal como de alguns <em><u><font color="#993399">animais</font></u></em> que <u><em><font color="#993399">caçou</font></em></u>, com <em><u><font color="#993399">sucesso.</font></u></em></p>
<p>Leu vários<em><u><font color="#993399"> livros</font></u></em>, rabiscando-os com <u><em><font color="#993399">pensamentos próprios</font></em></u> sobre a vida.</p>
<p><em><u><font color="#993399">Passeou</font></u></em> por diversos <em><u><font color="#993399">bosques</font></u></em>, mas o local onde permaneceu mais tempo foi logo abaixo da <a href="/w/index.php?title=Cordilheira_Externa&amp;action=edit&amp;redlink=1" title="Cordilheira Externa (ainda não escrito)" class="new"><em><font color="#993399">Cordilheira Externa</font></em></a>, onde ainda hoje <em><u><font color="#993399">se encontra</font></u></em> um <em><u><font color="#993399">autocarro abandonado</font></u></em>, de número <em><u><font color="#993399">142 </font></u></em>do <a href="/w/index.php?title=Fairbanks_Transit_System&amp;action=edit&amp;redlink=1" title="Fairbanks Transit System (ainda não escrito)" class="new"><em><font color="#993399">Fairbanks Transit System</font></em></a>, que serviu de <em><u><font color="#993399">residência a Chris</font></u></em>, onde pernoitou e escrevinhou algumas frases no seu interior, nos meses que se encontrou na floresta como:</p>
<p><strong>“(…) SEM JAMAIS TER DE VOLTAR A SER ENVENENADO PELA CIVILIZAÇÃO, FOGE E CAMINHA SOZINHO PELA TERRA PARA SE PERDER NA FLORESTA”.</strong></p>
<p> <img id="image435689" style="width: 342px; height: 302px" src="http://files.nireblog.com/blogs/carlamajor/files/chris%20mccandless%20final.jpg" alt="chris%20mccandless%20final.jpg" width="342" height="302" /></p>
<p>Permaneceu cerca de<em><u><font color="#993399"> quatro meses</font></u></em> nas <u><em><font color="#993399">montanhas</font></em></u>, sobrevivendo à custa do que encontrava, <u><em><font color="#993399">totalmente sozinho, livre</font></em></u>. Em <u><em><font color="#993399">6 de setembro de 1992</font></em></u>, <u><em><font color="#993399">dois trilheiros</font></em></u> e um grupo de <u><em><font color="#993399">caçadores</font></em></u> de alce acharam esta <u><em><font color="#993399">mensagem na porta do autocarro:</font></em></u></p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong><font size="3">"S.O.S. Preciso de ajuda. Estou aleijado, quase morto e fraco demais para sair daqui. Estou totalmente só, não estou a brincar. Por amor de Deus, por favor, continuem a tentar salvar-me. Estou lá fora a apanhar frutas nas proximidades e devo voltar esta noite. Obrigado, Chris McCandless."</font></strong></p>
<p>O seu <em><u><font color="#993399">corpo</font></u></em> foi encontrado em <em><u><font color="#993399">decomposição</font></u></em> em <u><em><font color="#993399">Agosto de 1992</font></em></u>, embrulhado num <u><em><font color="#993399">saco-cama</font></em></u> no <u><em><font color="#993399">interior do autocarro</font></em></u>, já <em><u><font color="#993399">morto</font></u></em> há cerca de <u><em><font color="#993399">duas semanas</font></em></u>. Uns dizem que <u><em><font color="#993399">morreu à fome</font></em></u>, outros dizem que não devia ter <u><em><font color="#993399">animais</font></em></u> para <u><em><font color="#993399">caçar </font></em></u>naquela altura e como tinha muita <u><em><font color="#993399">fome</font></em></u> foi á procura de <u><em><font color="#993399">vegetação</font></em></u> que pudesse <u><em><font color="#993399">comer</font></em></u>... E que foi <em><u><font color="#993399">envenenado</font></u></em> <u><em><font color="#993399">despropositadamente</font></em></u> por algumas <u><em><font color="#993399">bagas</font></em></u> que ingeriu.</p>
<p><a href="/wiki/Jon_Krakauer" title="Jon Krakauer"><em><font color="#993399">Jon Krakauer</font></em></a> acredita que <em><u><font color="#993399">McCandless morreu</font></u></em> por ingerir <u><em><font color="#993399">sementes de batata selvagem (Hedysarum alpinum)</font></em></u>, que <em><u><font color="#993399">McCandless</font></u></em> mencionou nos seus registos, sendo os efeitos desta devastos para o organismo humano. Essa espécie de <u><em><font color="#993399">batata não é considerada venenosa</font></em></u> — a sua raiz é <u><em><font color="#993399">comestível</font></em></u>, mas há evidência de que as suas sementes contêm um <em><u><font color="#993399">alcalóide</font></u></em> que interfere no <u><em><font color="#993399">metabolismo da glicose pelo organismo</font></em></u>.</p>
<p>Entretanto, <u><em><font color="#993399">Dr. Thomas Clausen da Universidade do </font></em></u><a href="/wiki/Fairbanks" title="Fairbanks"><em><font color="#993399">Fairbanks</font></em></a><u><em><font color="#993399"> no </font></em></u><a href="/wiki/Alasca" title="Alasca"><em><font color="#993399">Alasca</font></em></a> conduziu testes extensivos nas sementes encontradas no acampamento de <u><em><font color="#993399">McCandless</font></em></u> e constatou que não continham <u><em><font color="#993399">toxinas ou alcalóides</font></em></u>.</p>
<p><strong>(Note que esta é a teoria que Krakauer apresenta no seu livro sobre McCandless, e difere da teoria anterior que ele relatou no seu artigo da revista Outside, envolvendo outra planta, <em>Hedysarum boreale mackenzii</em>, uma ervilha de cheiro semelhate à batata selvagem e conhecida por ser venenosa.)</strong></p>
<p>Na <em><u><font color="#993399">edição mais recente do seu livro</font></u></em>, <u><em><font color="#993399">Krakauer modificou subtilmente a sua teoria</font></em></u> com respeito à causa de <u><em><font color="#993399">morte de McCandless</font></em></u>. Ele acredita que as sementes da batata selvagem encontravam-se com mofo e foi este o agente que contribuiu para sua<em><u><font color="#993399"> toxicidade</font></u></em>.</p>
<p>Mas <u><em><font color="#993399">Chris McCandless morreu feliz</font></em></u>, ele próprio o <em><u><font color="#993399">disse</font></u></em> numa entrada no <em><u><font color="#993399">diário</font></u></em>, apercebendo-se do seu <u><em><font color="#993399">fraco estado de saúde</font></em></u>:</p>
<p><strong></strong></p>
<p><strong><font size="3">“Tive uma vida feliz, e agradeço ao Senhor. Adeus e que Deus vos abençoe a todos”.</font></strong></p>
<p>Quando foi <em><u><font color="#993399">descoberto no Alasca</font></u></em>, <em><u><font color="#993399">sem vida</font></u></em>, a tarefa de <u><em><font color="#993399">escrever um artigo</font></em></u> sobre o <em><u><font color="#993399">viajante</font></u></em>, na altura desconhecido, foi incumbida a <a href="/wiki/Jon_Krakauer" title="Jon Krakauer"><em><font color="#993399">Jon Krakauer</font></em></a>, jornalista da revista <a href="/w/index.php?title=Outside&amp;action=edit&amp;redlink=1" title="Outside (ainda não escrito)" class="new"><em><font color="#993399">Outside</font></em></a>. A história de <u><em><font color="#993399">McCandless tocou-o profundamente</font></em></u>, e o facto de a sua própria vida se assemelhar à do rapaz, levou-o a investigar a <em><u><font color="#993399">fundo</font></u></em>, <u><em><font color="#993399">obsessivamente </font></em></u>toda a sua jornada desde <a href="/w/index.php?title=Anandale&amp;action=edit&amp;redlink=1" title="Anandale (ainda não escrito)" class="new"><em><font color="#993399">Anandale</font></em></a><em><font color="#993399"> até ao Alasca</font></em>:</p>
<p><strong>- "Quando era adolescente, eu era teimoso, introvertido, sempre imprudente, de humor variável. Desapontei o meu pai das formas que são habituais. Tal como McCandless, as caracteristicas de autoridade provocavam em mim uma combinação confusa de fúria contida e ânsia de agradar. Se qualquer coisa despertava a minha imaginação indisciplinada, perseguia-a com um zelo que atingia a obsessão e, desde os dezassete anos até quase aos trinta essa coisa era a escalada."</strong></p>
<p>- Tudo o que descobriu, depois de falar com <u><em><font color="#993399">diversas pessoas</font></em></u>, e visitar <em><u><font color="#993399">vários locais</font></u></em> por onde o <u><em><font color="#993399">viajante Alex passou</font></em></u>, foi agrupado num <em><u><font color="#993399">livro</font></u></em> ao qual deu o nome de <em><u><strong>“Into The Wild – O Lado Selvagem”.</strong></u></em></p>
<p><em><u><font color="#993399">O livro, bestseller</font></u></em> desde que foi lançado, em <u><em><font color="#993399">1996</font></em></u>, deu origem a um <strong><em><u><font color="#993399">filme, com o mesmo nome, realizado por </font></u></em></strong><a href="/wiki/Sean_Penn" title="Sean Penn"><strong><em><font color="#993399">Sean Penn</font></em></strong></a>.</p>
<div class="thumb tright">
<div class="thumbinner" style="width: 202px"><a href="/wiki/Imagem:Na-natureza-selvagem-poster.jpg" title="Na natureza selvagem (Into the wild) , filme baseado na vida de Christopher McCandless." class="image"><img style="width: 199px; height: 290px" class="thumbimage" src="http://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/thumb/3/31/Na-natureza-selvagem-poster.jpg/200px-Na-natureza-selvagem-poster.jpg" border="0" alt="" width="199" height="290" /></a><br />
<div class="thumbcaption">
<div class="magnify"><a href="/wiki/Imagem:Na-natureza-selvagem-poster.jpg" title="Ampliar" class="internal"><img src="/skins-1.5/common/images/magnify-clip.png" alt="" width="15" height="11" /></a></div>
<p> <a href="/w/index.php?title=Na_natureza_selvagem_(Into_the_wild)&amp;action=edit&amp;redlink=1" title="Na natureza selvagem (Into the wild) (ainda não escrito)" class="new"><font color="#993399"><strong>Na natureza selvagem (Into the wild)</strong></font></a><strong> , filme baseado na vida de Christopher McCandless.</strong></div>
</div>
</div>
<p><em><u><font color="#993399">O livro de Krakauer</font></u></em> fez de <u><em><font color="#993399">McCandless</font></em></u> uma figura <u><em><font color="#993399">heróica</font></em></u> para muitos. Em <em><u><font color="#993399">2002</font></u></em>, <font color="#993399">o autocarro abandonado em <em>Stampede Trail</em> onde McCandless acampou tornou-se um ponto turístico de aventura.</font> O filme de <a href="/wiki/Sean_Penn" title="Sean Penn"><em><font color="#993399">Sean Penn</font></em></a><em><font color="#993399"> </font></em><a href="/wiki/Into_the_Wild_(filme)" title="Into the Wild (filme)"><em><font color="#993399">Into the Wild</font></em></a>, baseado no <u><em><font color="#993399">livro de </font></em></u><a href="/wiki/Jon_Krakauer" title="Jon Krakauer"><em><font color="#993399">Jon Krakauer</font></em></a>, lançado em <em><u><font color="#993399">setembro de 2007</font></u></em> foi bem recebido pela crítica, incluindo <em><u><font color="#993399">quatro estrelas</font></u></em> de diversos grandes críticos como <a href="/w/index.php?title=Roger_Ebert&amp;action=edit&amp;redlink=1" title="Roger Ebert (ainda não escrito)" class="new"><em><font color="#993399">Roger Ebert</font></em></a>. Um <em><u><font color="#993399">filme documentário</font></u></em> sobre a viagem de <u><em><font color="#993399">McCandless</font></em></u> feito pelo produtor de filmes independente <u><em><font color="#993399">Ron Lamothe, The Call of the Wild</font></em></u>, também foi lançado em <em><u><font color="#993399">2007</font></u></em>. A história de <em><u><font color="#993399">McCandless</font></u></em> também inspirou um episódio da série de <u><em><font color="#993399">TV Millenium e canções populares do cantor </font></em></u><a href="/w/index.php?title=Ellis_Paul&amp;action=edit&amp;redlink=1" title="Ellis Paul (ainda não escrito)" class="new"><em><font color="#993399">Ellis Paul</font></em></a><u><em><font color="#993399">, </font></em></u><a href="/w/index.php?title=Eddie_From_Ohio&amp;action=edit&amp;redlink=1" title="Eddie From Ohio (ainda não escrito)" class="new"><em><font color="#993399">Eddie From Ohio</font></em></a><u><em><font color="#993399">,</font></em></u><a href="/wiki/Harrod" title="Harrod"><em><font color="#993399">Harrod</font></em></a><u><em><font color="#993399"> e </font></em></u><a href="/w/index.php?title=Funck&amp;action=edit&amp;redlink=1" title="Funck (ainda não escrito)" class="new"><em><font color="#993399">Funck</font></em></a><u><em><font color="#993399">, assim como </font></em></u><a href="/wiki/Eddie_Vedder" title="Eddie Vedder"><em><font color="#993399">Eddie Vedder</font></em></a><u><em><font color="#993399"> dos </font></em></u><a href="/wiki/Pearl_Jam" title="Pearl Jam"><em><font color="#993399">Pearl Jam</font></em></a> que se disponibilizou para fazer toda a banda sonora do filme de <a href="/wiki/Sean_Penn" title="Sean Penn"><em><font color="#993399">Sean Penn</font></em></a>.</p>
<p><em><u><font color="#993399">Diferente de Krakauer</font></u></em>, assim como<u><em><font color="#993399"> </font></em></u><a href="/wiki/Sean_Penn" title="Sean Penn"><em><font color="#993399">Sean Penn</font></em></a>, e muitos leitores de seu livro, que possuem uma visão <em><u><font color="#993399">simpática de McCandless</font></u></em>, alguns <u><em><font color="#993399">alasquianos</font></em></u> possuem uma opinão <em><u><font color="#993399">negativa</font></u></em> tanto de <u><em><font color="#993399">McCandless</font></em></u> como daqueles que <em><u><font color="#993399">romantizam</font></u></em> a sua morte. <u><em><font color="#993399">McCandless estava inconsciente</font></em></u> de que <em><u><font color="#993399">vagões operados manualmente cruzavam o rio a 400 metros do Stampede Trail</font></u></em>, enquanto um abrigo nas redondezas estava abastecido com <em><u><font color="#993399">alimentos de emergência</font></u></em>, como descrito no livro de Krakauer. <u><em><font color="#993399">O guarda-florestal do Parque Alasquiano Peter Christian escreveu</font></em></u>:</p>
<p><strong>"Eu estou exposto continuamente ao que chamo de 'fenômeno McCandless'. Pessoas, quase sempre homens jovens, vêm ao Alasca para se desafiarem contra um implacável cenário selvagem onde oportunidade de acesso e possibilidade de resgate são praticamente inexistentes... quando você considera McCandless da minha perspectiva, você apercebe-se que o que ele fez não foi particularmente corajoso, apenas estúpido, trágico e inconsciente. Primeiro de tudo, ele gastou muito pouco tempo a aprender como realmente se vive na selva. Ele chegou em <em>Stampede Trail</em> sem um mapa da região. Se ele tivesse um bom mapa ele poderia ter saído daquela situação difícil... Basicamente, Chris McCandless cometeu suicídio".</strong></p>
<p>Muitos o <u><em><font color="#993399">acusam de egoísmo e superficialidade</font></em></u>, considerando a sua atitude de <em><u><font color="#993399">abandonar tudo, sem falar com a família, e partir para o desconhecido</font></u></em>, como uma forma de <u><em><font color="#993399">satisfação pessoal e ostentação</font></em></u>, e até mesmo de <u><em><font color="#993399">suicídio.</font></em></u></p>
<p><em><u><font color="#993399">Judith Kleinfeld</font></u></em> escreveu no <em><u><font color="#993399">Notícias Diárias do Ancoradouro</font></u></em> que:</p>
<p><strong><font size="3">"muitos alasquenses reagiram com raiva a essa estupidez apelidada por muitos de "aventura". Tem-se que ser um completo idiota, para morrer de fome no verão a 30 km de distância da estrada do parque, disseram eles."</font></strong></p>
<p>No entanto, <em><u><font color="#993399">Roman</font></u></em> destaca o quão é <u><em><font color="#993399">dificil</font></em></u> para qualquer pessoa <u><em><font color="#993399">aventurar-se e fazer o que McCandless fez</font></em></u>:</p>
<p><strong>"Claro, ele fez porcaria. Mas admiro o que estava a tentar fazer. Depender completamente da terra como ele fez, mês após mês, é extremamente difícil. Nunca o fiz. E aposto com vocês que muitas poucas, ou mesmo nenhumas das pessoas que chamaram incompetente a McCandless, também não o fizeram, pelo menos não por mais de uma semana ou duas. Viver no interior da floresta por um longo período, subsistindo apenas com o que se consegue caçar e apanhar - a maioria das pessoas não sabe o quanto isso é dificil. E McCandless quase o conseguiu. - Acho que não consigo deixar de me identificar com o tipo - confessa Roman - Detesto admiti-lo, mas ainda não há muitos anos seria fácil ter sido eu a estar metido neste tipo de dificuldades. Qando comecei a vir para o Alasca, provavelmente era muito parecido com McCandless: inexperiente como ele, orgulhoso como ele. E tenho a certeza de que há muitos outros habitantes do Alasca que tinham muito em comum com McCandless quando chegaram cá, incluindo muitos dos seus críticos. E talvez seja por isso que são tão severos com ele. Talvez McCandless lhes recorde demasiado como eram."</strong></p>
<p><em><u>Outros, como </u></em><a href="/w/index.php?title=Krakauer&amp;action=edit&amp;redlink=1" title="Krakauer (ainda não escrito)" class="new"><font color="#993399"><em>Krakauer</em></font></a><em><u>, admiram a sua coragem inabalável de viver melhor, com simplicidade, tirando partido das pequenas coisas da vida, vivendo aventuras e experiências que mais tarde poderia contar aos seus netos; sendo livre e feliz. Os dois anos que viveu servem ainda hoje de exemplo para milhares de jovens que decidem mudar não só o seu futuro, mas o seu presente, tal como outros serviram de inspiração à viagem do próprio Chris McCandless.</u></em></p>
<p><em></em></p>
<p>A acrescentar ao <u><em><font color="#993399">fascínio irrealista pelo lado selvagem da América Chris McCandless idolatrava o eremitismo de </font></em></u><a href="/wiki/Thoreau" title="Thoreau" class="mw-redirect"><em><font color="#993399">Thoreau</font></em></a><u><em><font color="#993399"> e mimetizou as paisagens ficcionadas de </font></em></u><a href="/wiki/Jack_London" title="Jack London"><em><font color="#993399">Jack London</font></em></a>. Todavia, foi já tarde quando percebeu que entre a <u><em><font color="#993399">ficção e a realidade</font></em></u> por vezes o <u><em><font color="#993399">fosso é abissal</font></em></u>. Essa foi a <u><em><font color="#993399">dolorosa experiência de Chris McCandless </font></em></u>que muitos perspectivam como própria de um <u><em><font color="#993399">maníaco misantropo desprovido de qualquer responsabilidade</font></em></u>. Mas, por outro lado, o radicalismo de <u><em><font color="#993399">Chris McCandless</font></em></u> é um acto de <em><font color="#993399">l<u>iberdade numa sociedade</u></font></em> que diluiu o indivíduo à escala de um mero contribuinte ou de um número de segurança social de massas.</p>
<p><u>O livro de Krakauer pode pois repousar na estante ao lado da “Geração X” de </u><a href="/w/index.php?title=Douglas_Coupland&amp;action=edit&amp;redlink=1" title="Douglas Coupland (ainda não escrito)" class="new"><font color="#993399">Douglas Coupland</font></a><u> que, seguramente, compreendeu o êxodo de Chris McCandless em busca da última fronteira Americana. Para lá dessa fronteira fica-nos o livro como alegoria contra o conformismo que consome a nossa própria natureza.</u></p>
<p><u><img id="image435690" style="width: 462px; height: 371px" src="http://files.nireblog.com/blogs/carlamajor/files/1440005435_190dbd5baa.jpg" alt="1440005435_190dbd5baa.jpg" width="462" height="371" /></u></p>
<p><strong>Christopher J. McCandless</strong> (12 de fevereiro de 1968 - agosto de 1992)</p>
<p><a href="http://carlamajor.nireblog.com/post/2008/11/13/a-historia-de-chris-maccandless#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 01:21:48 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>OLÀ PESSOAAAAAAL...............</title>
	<link>http://carlamajor.nireblog.com/post/2008/10/11/ola-pessoaaaaaal</link>
	<guid>http://carlamajor.nireblog.com/post/2008/10/11/ola-pessoaaaaaal</guid>
		<description><![CDATA[<p align="center"><img src="http://carlamajor.nireblog.com/blogs/carlamajor/files/filhote-de-panda_11.jpg" alt="filhote-de-panda_11.jpg" width="422" height="500" /></p>
<p align="center">&nbsp;</p>
<p align="center">Abraço a todos!</p>
<p><a href="http://carlamajor.nireblog.com/post/2008/10/11/ola-pessoaaaaaal#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 11 Oct 2008 20:56:26 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Mistérios Do Planeta Vermelho</title>
	<link>http://carlamajor.nireblog.com/post/2008/07/18/misterios-do-planeta-vermelho</link>
	<guid>http://carlamajor.nireblog.com/post/2008/07/18/misterios-do-planeta-vermelho</guid>
		<description><![CDATA[<p><span>
<p><img id="image354865" style="width: 469px; height: 462px" class="imgcentro" src="http://carlamajor.nireblog.com/blogs/carlamajor/files/fotomarte.jpg" alt="fotomarte.jpg" width="469" height="462" align="middle" /></p>
<p> <span>
<p><strong><u></u></strong></p>
<p><strong><u><font size="4" color="#cc6600">Marte:</font></u></strong></p>
<address><font size="2"><strong>Marte envolve muitos mistérios, não me refiro a antigos filmes marcianos verdes com antenas na cabeça..</strong></font></address>
<address><font size="2"><strong>A televisão adora ridicularizar as coisas para lhes tirar credibilidade.</strong></font></address>
<address></address>
<address><font size="2"><strong>existe ainda muita coisa por descobrir sobre este planeta, se assim nao fosse, a Nasa não agendava tantas missões ao planeta.</strong></font></address>
<address><font size="2"><strong>a Lua está mais perto, e em relação aos outros planetas, têm mais investimento com Marte.</strong></font></address>
<address><font size="2"><strong>George W Bush já fala de planos para 2020 como construir bases em Marte, etc.</strong></font></address>
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<address><font size="2"><strong>A ESA (agência Espacial Europeia) e a Nasa já anunciaram a descoberta de água em Marte.</strong></font></address>
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<address><img id="image354829" class="imgcentro" src="http://carlamajor.nireblog.com/blogs/carlamajor/files/gelo_em_marte.jpg" alt="gelo_em_marte.jpg" width="439" height="292" align="middle" /></address>
<address><font size="2">figura: (gelo)</font></address>
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<address><font size="2"><strong>Mas uma das coisas que pode levar á conclusão de que em Marte já houve vida e habitantes é a</strong></font></address>
<address><font size="2"><strong>polémica zona de Cydonia (em Português, Cidónia) </strong></font></address>
<address><strong><font size="2">Um antigo astrónomo italiano baptizou essa região de Marte comparando-a a </font><font size="2">uma cidade grega.</font></strong></address>
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<address><font size="2"><img id="image354839" style="width: 387px; height: 410px" class="imgcentro" src="http://carlamajor.nireblog.com/blogs/carlamajor/files/s_cydgeom3.jpg" alt="s_cydgeom3.jpg" width="387" height="410" align="middle" /></font></address>
<address><img id="image354852" style="width: 384px; height: 388px" class="imgcentro" src="http://carlamajor.nireblog.com/blogs/carlamajor/files/cydonia-golden-mean.jpg" alt="cydonia-golden-mean.jpg" width="384" height="388" align="middle" /></address>
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<address><img id="image354855" style="width: 384px; height: 275px" class="imgcentro" src="http://carlamajor.nireblog.com/blogs/carlamajor/files/cydohhhia.jpg" alt="cydohhhia.jpg" width="384" height="275" align="middle" /></address>
<address><font size="2">figuras: (Cydonia)</font></address>
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<address><font size="2"><strong>Em Cydonia encontra-se a "FACE" ou a cara marciana, encontrada e fotografada pela sonda Vicking em 1976.</strong></font></address>
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<address>                              <img id="image354843" class="imgcentro" src="http://carlamajor.nireblog.com/blogs/carlamajor/files/vxu6hcahqrwtccanpe2qncanhbua1cab5iyklca47efabcansu5ircayqip73ca83ykgtcamwg3alcaxk2iiuca8uatolcar17h0kcadxmrv1ca97ax0qca9c6c0qcaguyp7kca3khx56ca29tg4qcati6g0r.jpg" alt="vxu6hcahqrwtccanpe2qncanhbua1cab5iyklca47efabcansu5ircayqip73ca83ykgtcamwg3alcaxk2iiuca8uatolcar17h0kcadxmrv1ca97ax0qca9c6c0qcaguyp7kca3khx56ca29tg4qcati6g0r.jpg" width="128" height="135" align="middle" /></address>
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<address><font size="2"><strong>A Nasa dissera que o rosto na verdade era uma zona montanhosa e que as sombras provocavam essa ilusão de óptica.</strong></font></address>
<address><font size="2"><strong>No entanto alguns estudiosos analizaram a "face" em vários ângulos e sombras, para contradizer essa declaração da Nasa.</strong></font></address>
<address><font size="2"><strong>E de facto mesmo sob diferentes ângulos a Face continua sendo uma Face!</strong></font></address>
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<address><font size="2"><strong> <img id="image354851" style="width: 294px; height: 294px" class="imgcentro" src="http://carlamajor.nireblog.com/blogs/carlamajor/files/faces_mars.jpg" alt="faces_mars.jpg" width="294" height="294" align="middle" /></strong></font></address>
<address><font size="2"><strong> figura: (face)</strong></font></address>
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<address><font size="2"><strong>Em Cydonia também foram encontradas pirâmides, muita coincidência (ou nao) no Egipto também há pirâmides (como as de Gizé) e um rosto (na esfinge), e em certos murais há gravuras de ETs aos quais os Egipcios chamavam filhos-das-estrelas, uma raça da qual eles parece terem herdado muitos conhecimentos...</strong></font></address>
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<address><img id="image354824" class="imgcentro" src="http://carlamajor.nireblog.com/blogs/carlamajor/files/cydonia_piramides.jpg" alt="cydonia_piramides.jpg" width="376" height="317" align="middle" /></address>
<address><font size="2">figura: (pirâmides de Marte)</font></address>
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<address><font size="3" color="#cc6633"><strong>Outras fotos impressionantes como:</strong></font></address>
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<address><font size="2"><strong>Monólito gigantesco fotografado<br /> pela sonda Phobos 2 :</strong></font></address>
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<address><img id="image354838" class="imgcentro" src="http://carlamajor.nireblog.com/blogs/carlamajor/files/monolito_phobos.jpg" alt="monolito_phobos.jpg" width="343" height="380" align="middle" /></address>
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<address><font size="2" color="#000000"><strong>Parecem estruturas artificiais na região</strong></font></address>
<address><font size="2" color="#000000"><strong>de Hydroate Chaos,<br /> lembrando conjunto de casas:</strong></font></address>
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<address><img id="image354832" style="width: 280px; height: 296px" class="imgcentro" src="http://carlamajor.nireblog.com/blogs/carlamajor/files/hydroate.jpg" alt="hydroate.jpg" width="280" height="296" align="middle" /></address>
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<address><strong><font size="2">Sim parece ser um Marciano...</font></strong></address>
<address><strong><font size="2">se for, não está vivo pois não há vida no planeta Marte, </font></strong></address>
<address><strong><font size="2">o mais certo é estar carbonizado:</font></strong></address>
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<address><img id="image354818" style="width: 463px; height: 199px" class="imgcentro" src="http://carlamajor.nireblog.com/blogs/carlamajor/files/a21f7d08f8da4266b2cdabd810d476e1.jpg" alt="a21f7d08f8da4266b2cdabd810d476e1.jpg" width="463" height="199" align="middle" /></address>
<address></address>
<address><font size="2"><img id="image354830" class="imgcentro" src="http://carlamajor.nireblog.com/blogs/carlamajor/files/homem-verde-vida-marte.jpg" alt="homem-verde-vida-marte.jpg" width="286" height="170" align="middle" /></font></address>
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<address><font size="2"></font></address>
<address><font size="2"><strong>Tudo indica que em Marte havia Mares e Rios:</strong></font></address>
<address><strong><font size="2">existem imagens em que se parece com o gran canyon no nosso planeta que também já foi coberto de água..</font></strong></address>
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<address><img id="image354836" style="width: 504px; height: 463px" class="imgcentro" src="http://carlamajor.nireblog.com/blogs/carlamajor/files/marte_-_gorgonum2_c50.jpg" alt="marte_-_gorgonum2_c50.jpg" width="504" height="463" align="middle" /></address>
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<address><strong><font size="2">chamam-lhe de inca city</font></strong></address>
<address><strong><font size="2">sim parece ser realmente uma cidade ou o que resta dela</font></strong></address>
<address><strong><font size="2">não há duvidas em como houve vida neste planeta!</font></strong></address>
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<address><img id="image354834" class="imgcentro" src="http://carlamajor.nireblog.com/blogs/carlamajor/files/marsincacity9.jpg" alt="marsincacity9.jpg" width="331" height="315" align="middle" /></address>
<address></address>
<address><img id="image354835" style="width: 253px; height: 232px" class="imgcentro" src="http://carlamajor.nireblog.com/blogs/carlamajor/files/marte16_03_small.jpg" alt="marte16_03_small.jpg" width="253" height="232" align="middle" /></address>
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<address><strong><font size="2">costumam acomparar Inca City com Machu Picchu dizendo que têm muito em comum incluindo os seus mistérios...</font></strong></address>
<address></address>
<address></address>
<address> <img id="image354833" style="width: 298px; height: 238px" class="imgcentro" src="http://carlamajor.nireblog.com/blogs/carlamajor/files/machu-picchu-listo.jpg" alt="machu-picchu-listo.jpg" width="298" height="238" align="middle" /><img id="image354820" style="width: 221px; height: 322px" class="imgcentro" src="http://carlamajor.nireblog.com/blogs/carlamajor/files/cityruinsmars7.jpg" alt="cityruinsmars7.jpg" width="221" height="322" align="middle" /></address>
<address></address>
<address></address>
<address></address>
<address><strong>Bom, tenho quase a certeza de que existiu vida em Marte! Existiu, nao existe mais!</strong></address>
<address><strong>e acho que não é apenas uma coincidência e pirâmides iguais ás nossas e cara...</strong></address>
<address><strong>se calhar algum marcianito sobreviveu e veio para o nosso planeta, para o egipto e ensinou as suas culturas, pois no egipto há muita coisa em comum em relação a Marte!</strong></address>
<address><strong>não sei... sei apenas que não é a morte que é um mistério e sim a vida!</strong></address>
<address><strong>nascemos, vivemos e acabamos por morrer sem saber nada...</strong></address>
<address></address>
<p></span></span>
</p>
<p><a href="http://carlamajor.nireblog.com/post/2008/07/18/misterios-do-planeta-vermelho#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 23:20:32 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>onde está o Matt?</title>
	<link>http://carlamajor.nireblog.com/post/2008/07/03/onde-esta-o-matt</link>
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		<description><![CDATA[<object width="425" height="344">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/v/zlfKdbWwruY&hl=pt-br&fs=1"></param>
<param name="allowFullScreen" value="true"></param>
<p><embed src="http://www.youtube.com/v/zlfKdbWwruY&hl=pt-br&fs=1" type="application/x-shockwave-flash" allowfullscreen="true" width="425" height="344"></embed></object>
<p>poder dizer que já conheceu o mundo todo...<br />
Boa Matt! vive a vida..
</p>
<p><a href="http://carlamajor.nireblog.com/post/2008/07/03/onde-esta-o-matt#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 03 Jul 2008 22:36:36 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>José Socrates</title>
	<link>http://carlamajor.nireblog.com/post/2008/06/04/jose-socrates</link>
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		<description><![CDATA[<object width="530" height="370">
<param name="movie" value="http://br.youtube.com/p/08D98EA5384D8DF1"></param>
<p><embed src="http://br.youtube.com/p/08D98EA5384D8DF1" type="application/x-shockwave-flash" width="530" height="370"></embed></object>
<p><a href="http://carlamajor.nireblog.com/post/2008/06/04/jose-socrates#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 04 Jun 2008 17:23:37 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Enya</title>
	<link>http://carlamajor.nireblog.com/post/2008/04/18/enya</link>
	<guid>http://carlamajor.nireblog.com/post/2008/04/18/enya</guid>
		<description><![CDATA[<object width="530" height="370">
<param name="movie" value="http://br.youtube.com/p/BB7F6FE320136A5D"></param>
<p><embed src="http://br.youtube.com/p/BB7F6FE320136A5D" type="application/x-shockwave-flash" width="530" height="370"></embed></object>
<p><a href="http://carlamajor.nireblog.com/post/2008/04/18/enya#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 18 Apr 2008 03:03:08 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Vanessa Mae</title>
	<link>http://carlamajor.nireblog.com/post/2008/04/18/vanessa-mae</link>
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		<description><![CDATA[<object width="530" height="370">
<param name="movie" value="http://br.youtube.com/p/09D6BE943B50D283"></param>
<p><embed src="http://br.youtube.com/p/09D6BE943B50D283" type="application/x-shockwave-flash" width="530" height="370"></embed></object>
<p><a href="http://carlamajor.nireblog.com/post/2008/04/18/vanessa-mae#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 18 Apr 2008 03:02:37 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Viver no Espaço</title>
	<link>http://carlamajor.nireblog.com/post/2008/01/19/viver-no-espaco</link>
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		<description><![CDATA[<object width="530" height="370">
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/p/ECD9010618EB377C"></param>
<p><embed src="http://www.youtube.com/p/ECD9010618EB377C" type="application/x-shockwave-flash" width="530" height="370"></embed></object>
<p>Digam lá... viver no espaço é um espetaculo!<br />
e de uma certa forma tenho inveja deles, estarem ali, a viver aqueles momentos da melhor forma, poderem apreciar a beleza do nosso planeta lá de cima! acho que é o sonho de toda a gente! deve ser uma sensação MARAVILHOSA estar lá em cima, tenho a certeza que sim...
</p>
<p><a href="http://carlamajor.nireblog.com/post/2008/01/19/viver-no-espaco#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 19 Jan 2008 22:26:12 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>planeta Terra</title>
	<link>http://carlamajor.nireblog.com/post/2008/01/19/planeta-terra</link>
	<guid>http://carlamajor.nireblog.com/post/2008/01/19/planeta-terra</guid>
		<description><![CDATA[<object width="530" height="370">
<param name="movie" value="http://br.youtube.com/p/295C61BEAE349019"></param>
<p><embed src="http://br.youtube.com/p/295C61BEAE349019" type="application/x-shockwave-flash" width="530" height="370"></embed></object>
<p>e aqui está... TERRA, o planeta mais belo, o nosso planeta!<br />
acho que deviamos dar mais valor a ele, pois sem ele nada seriamos...<br />
os seres humanos saõ os responsaveis pela poluíção que agora nos faz preocupar e mais tarde vai fazer preocupar ainda mais...<br />
somos 100% dependentes do nosso planeta por isso a melhor coisa que podiamos fazer era respeita-lo!<br />
depois de verem estas imagens bonitas espero que o vosso pensamento seja como o meu... o que pode haver de tão belo tão perfeito tão natural como a própria natureza!?..<br />
e em vários casos por causa do dinheiro "estragamos", "matamos" algo que só nos faz bem!<br />
eu sou apenas uma amante da natureza e a minha frase...<br />
o bem estar da natureza, é o meu bem estar também
</p>
<p><a href="http://carlamajor.nireblog.com/post/2008/01/19/planeta-terra#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 19 Jan 2008 22:09:22 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Tetris humano</title>
	<link>http://carlamajor.nireblog.com/post/2007/10/30/tetris-humano</link>
	<guid>http://carlamajor.nireblog.com/post/2007/10/30/tetris-humano</guid>
		<description><![CDATA[<p><object width="530" height="370"><br />
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/p/8F3EF54365B52A18"></param><embed src="http://www.youtube.com/p/8F3EF54365B52A18" type="application/x-shockwave-flash" width="530" height="370"></embed></object>
</p>
<p><a href="http://carlamajor.nireblog.com/post/2007/10/30/tetris-humano#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 23:48:22 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>PRANKS</title>
	<link>http://carlamajor.nireblog.com/post/2007/10/30/pranks</link>
	<guid>http://carlamajor.nireblog.com/post/2007/10/30/pranks</guid>
		<description><![CDATA[<p><object width="530" height="370"><br />
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/p/7BC18AD867316F21"></param><embed src="http://www.youtube.com/p/7BC18AD867316F21" type="application/x-shockwave-flash" width="530" height="370"></embed></object>
</p>
<p><a href="http://carlamajor.nireblog.com/post/2007/10/30/pranks#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 22:44:53 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>cats</title>
	<link>http://carlamajor.nireblog.com/post/2007/10/30/cats</link>
	<guid>http://carlamajor.nireblog.com/post/2007/10/30/cats</guid>
		<description><![CDATA[<p><object width="530" height="370"><br />
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/p/8AED31D4D232F501"></param><embed src="http://www.youtube.com/p/8AED31D4D232F501" type="application/x-shockwave-flash" width="530" height="370"></embed></object>
</p>
<p><a href="http://carlamajor.nireblog.com/post/2007/10/30/cats#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 22:23:37 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>DOGS</title>
	<link>http://carlamajor.nireblog.com/post/2007/10/30/dogs</link>
	<guid>http://carlamajor.nireblog.com/post/2007/10/30/dogs</guid>
		<description><![CDATA[<p><object width="530" height="370"><br />
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/p/CAFBFD70D1066B0F"></param><embed src="http://www.youtube.com/p/CAFBFD70D1066B0F" type="application/x-shockwave-flash" width="530" height="370"></embed></object>
</p>
<p><a href="http://carlamajor.nireblog.com/post/2007/10/30/dogs#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 30 Oct 2007 21:34:08 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>E Aqui Estou Eu...</title>
	<link>http://carlamajor.nireblog.com/post/2007/09/14/e-aqui-estou-eu</link>
	<guid>http://carlamajor.nireblog.com/post/2007/09/14/e-aqui-estou-eu</guid>
		<description><![CDATA[<p style="text-align: center" align="left"><img id="image130503" style="width: 354px; height: 269px" src="http://carlamajor.nireblog.com/blogs/carlamajor/files/photo-0079j.jpg" alt="eueu" width="354" height="269" /></p>
<p><a href="http://carlamajor.nireblog.com/post/2007/09/14/e-aqui-estou-eu#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Fri, 14 Sep 2007 01:07:33 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>para rir mais um pouco</title>
	<link>http://carlamajor.nireblog.com/post/2007/08/21/para-rir-mais-um-pouco</link>
	<guid>http://carlamajor.nireblog.com/post/2007/08/21/para-rir-mais-um-pouco</guid>
		<description><![CDATA[<p><embed src="http://www.youtube.com/p/4611EA27461D0421" width="530" height="370" type="application/x-shockwave-flash"></embed>
</p>
<p><a href="http://carlamajor.nireblog.com/post/2007/08/21/para-rir-mais-um-pouco#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Tue, 21 Aug 2007 14:18:44 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Apanhados 002</title>
	<link>http://carlamajor.nireblog.com/post/2007/08/16/apanhados-002</link>
	<guid>http://carlamajor.nireblog.com/post/2007/08/16/apanhados-002</guid>
		<description><![CDATA[<p><object width="530" height="370"><br />
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/p/DC48A37A7149130F"></param><embed src="http://www.youtube.com/p/DC48A37A7149130F" type="application/x-shockwave-flash" width="530" height="370"></embed></object>
</p>
<p><a href="http://carlamajor.nireblog.com/post/2007/08/16/apanhados-002#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Thu, 16 Aug 2007 00:29:20 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>Apanhados á portuguesa</title>
	<link>http://carlamajor.nireblog.com/post/2007/08/15/apanhados-a-portuguesa</link>
	<guid>http://carlamajor.nireblog.com/post/2007/08/15/apanhados-a-portuguesa</guid>
		<description><![CDATA[<p><object width="530" height="370"><br />
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/p/065C1D7B70B5A194"></param><embed src="http://www.youtube.com/p/065C1D7B70B5A194" type="application/x-shockwave-flash" width="530" height="370"></embed></object>
</p>
<p><a href="http://carlamajor.nireblog.com/post/2007/08/15/apanhados-a-portuguesa#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Wed, 15 Aug 2007 17:25:11 +0100</pubDate>	</item>
	<item>
	<title>APANHADOS, videos:</title>
	<link>http://carlamajor.nireblog.com/post/2007/08/11/apanhados-videos</link>
	<guid>http://carlamajor.nireblog.com/post/2007/08/11/apanhados-videos</guid>
		<description><![CDATA[<p><object width="530" height="370"><br />
<param name="movie" value="http://www.youtube.com/p/E036BCF2E4185486"></param><embed src="http://www.youtube.com/p/E036BCF2E4185486" type="application/x-shockwave-flash" width="530" height="370"></embed></object>
</p>
<p><a href="http://carlamajor.nireblog.com/post/2007/08/11/apanhados-videos#comments">Comments</a></p>]]></description>
	<pubDate>Sat, 11 Aug 2007 22:47:54 +0100</pubDate>	</item>
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